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#cpartybr – Mídias sociais nas corporações
Profissionais de comunicação de diversos segmentos debatem sobre publicidade e relacionamento nas redes sociais de forma muito crítica, produtiva e descontraída.
O bate-papo, facilitado por Eric Messa, “caminhou” por uma linha mais comportamental, sociológica e claro: business. Refletir sobre o universo das mídias do ponto de vista corporativo, sem ser intrusivo, fez com que muita gente repensassem os conceitos aplicados nas estratégias de comunicação on line.
Como já é comum na zona de criatividade, especilamente no Campus Blog, o público foi além do esperado. Além do assunto ser de grande relevância, os participantes da mesa eram referencia no mundo do marketing e comunicacão online. Na platéia tinham profissionais de diversos estados brasileiros.
Bem-vindos à Googlelândia
Você tem medo do Google? Se não tem, deveria começar a pensar no assunto.
Depois de ler o excelente texto da Revista Galileu, escrito por Pedro Doria, resolvi escrever este post sob o mesmo título para frisar alguns pontos interessantes.
O Google sabe mais sobre você do que a sua mãe. A razão dessa ideia explica-se no fato de que estamos diante da única empresa que conseguiu trabalhar com a intenção das pessoas.
O conceito Google foi e é “tão bem aceito” pelas pessoas, que somado as redes sociais, possibilita a revelação de celebridades globais em questão de horas. Essa popularidade também beneficia a publicidade online
Dentre tantas histórias, uma decisão, talvez imatura, da concorrência consolidou o Google: o Yahoo! que não quiz comprar o projeto acadêmico por um milhãode dólares e depois, aceitou negociação de aproximados 300 milhões de dólares para permitir o uso da tecnologia de links patrocinados, o que transformou o buscador numa potência mundial, dominando o mercado publicitário online.
Na Googlelândia, nada passa despercebido. Os robots navegam e leêm todas as informações dispostas na rede mundial. Para muitos, um problema de privacidade.
Onde as pessoas e os bits se encontram
A história dos esforços para torna as máquinas mais manejáveis é quase toda dominada pela busca do aperfeiçoamento sensorial e do desenvolvimento de desenhos fisicamente mais práticos. O desafio de agora não apenas oferecer as pessoas telas maiores, maior qualidade de som e um painel gráfico de comando mais fácil de usar. É fazer computadores que conheçam o usuário, aprendam quais são suas necessidades e entendam linguagens verbais e não verbais.Onde quer que esteja o computador, a interface com desenho mais eficaz resulta da combinação das forças da riqueza sensorial e da inteligência da máquina.
(Volmir Silva de Oliveira – Resumo do livro: A vida digital de Nicholas Negroponte)
Como o autor fala no texto, eu também tenho vivido nos últimos anos uma quantidade diária significativamente elevada a frente do computador.
Hoje, já não é tão desafiador “ser digital”. O mundo tem acompanhado as evoluções da informática no ritmo dos processadores.
Certamente a interação com os computadores está presente na vida de qualquer pessoa. Claro, existem excessões, como na África.
Nossos sentidos X Publicidade
Nesta entrevista, Mario Persona reflete sobre como os cinco sentidos podem impactar na comunicação publicitária.
Segundo a Dra. Márcia Dolores do Institudo Saber, a parte “Neuro” da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. “Compreendemos” a informação e depois agimos.
Portanto, nossos sentidos podem sim ser associados a publicidade, facilitando a decisão de compra do consumidor.
Publicidade criativa
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