23rd fevereiro, 2010 | Seção: joomla!, ponto de vista | Nenhum Comentário »
Por Victor Mellão
Existe uma tendência mundial de atrelar a instituição que utiliza sistemas de código aberto com uma lógica anticapitalista. Entretanto, o próprio movimento afirma que, de fato, a utilização dos softwares livres oferece uma alternativa ao modelo de negócio da indústria de software, apresentando um novo paradigma para o direito autoral e primando pela superioridade técnica.
Além disso, defensores do software livre afirmam que seu uso também é questão de liberdade de expressão. Para eles, não se pode pensar em liberdade de informação se os programas são fechados e o usuário não pode adaptá-lo a qualquer uso e distribuí-lo aos outros.
O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva é partidário de programas de código aberto e seu Ministério da Ciência e Tecnologia desenvolve um projeto de computadores populares que utilizam softwares livres. A principal razão de adotá-los é o baixo custo, economizando enormes quantias em licenças de softwares.
Neste sentido, projetar um baseado em Sistema de Gestão de Conteúdo de código aberto, especialmente no Brasil, torna-se pertinente por:
- Estar alinhado politicamente;
- Estar alinhado ideologicamente;
- Poder (e geralmente esta) alinhado com as pretensões estratégicas;
- Oferece a possibilidade de redução de gastos e maior operacionalização da manutenção;
- Maior possibilidade de pleito de recursos e patrocínios para a adaptação do sistema.
Um sistema de gestão de conteúdo que oferece todos estes benefícios e que tem gerado bons negócios é o CMS Joomla!, que funciona sob os seguintes pré-requisitos sistêmicos:
- Linguagem: PHP
- Banco de dados: MySQL
1st fevereiro, 2010 | Seção: comportamento, ponto de vista, redes sociais | Nenhum Comentário »

Durante os vários dias que estou acampado na #cpartybr, fiquei tentando descobrir a razão que movimenta alguns Campus mais que outros. Por quê?
Sai pela arena buscando dados que justificassem tal comportamento e uma resposta me surpreendeu: “uma boa história fica na memória pro resto da vida. Interfere em nossas vidas…”, proferida pelo curador do Campus Blog, Ediney Souza (@interney). Realmente! Discutir conhecimento, debater mudanças, política, educação, comportamento é muito mais que 10 gigas de velocidade virtual.
Campuseiros discutem com formadores de opnião que são referências no Brasil e até no mundo. “Ser nerd é ter conhecimento, é ser inteligente, também discutir política etc.”, disse João Vicent, dinamizador do evento, durante bate-papo com Marcelo Tas no Momento Telefônica.
A criatividade impera! Da mesma forma de alguns debates são destaques devido aos bons assuntos discutidos, a galera brinca com happinigns que redem excelentes imagens e viralização em redes sociais e outras mídias.
Algumas curadorias da Campus Party Brasil 2010 provocaram reflexões que eternizaram a edição do maior evento de tecnologia e encontro de nerds do mundo por um único detalhe: conteúdo!
E tenho dito: você aprende técnica em minutos. Conhecimento não.
27th janeiro, 2010 | Seção: crítica, ponto de vista, publicidade, redes sociais | Nenhum Comentário »
Profissionais de comunicação de diversos segmentos debatem sobre publicidade e relacionamento nas redes sociais de forma muito crítica, produtiva e descontraída.
O bate-papo, facilitado por Eric Messa, “caminhou” por uma linha mais comportamental, sociológica e claro: business. Refletir sobre o universo das mídias do ponto de vista corporativo, sem ser intrusivo, fez com que muita gente repensassem os conceitos aplicados nas estratégias de comunicação on line.
Como já é comum na zona de criatividade, especilamente no Campus Blog, o público foi além do esperado. Além do assunto ser de grande relevância, os participantes da mesa eram referencia no mundo do marketing e comunicacão online. Na platéia tinham profissionais de diversos estados brasileiros.
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6th dezembro, 2009 | Seção: ponto de vista, publicidade | Nenhum Comentário »
A história dos esforços para torna as máquinas mais manejáveis é quase toda dominada pela busca do aperfeiçoamento sensorial e do desenvolvimento de desenhos fisicamente mais práticos. O desafio de agora não apenas oferecer as pessoas telas maiores, maior qualidade de som e um painel gráfico de comando mais fácil de usar. É fazer computadores que conheçam o usuário, aprendam quais são suas necessidades e entendam linguagens verbais e não verbais.
Onde quer que esteja o computador, a interface com desenho mais eficaz resulta da combinação das forças da riqueza sensorial e da inteligência da máquina.
(Volmir Silva de Oliveira – Resumo do livro: A vida digital de Nicholas Negroponte)
Como o autor fala no texto, eu também tenho vivido nos últimos anos uma quantidade diária significativamente elevada a frente do computador.
Hoje, já não é tão desafiador “ser digital”. O mundo tem acompanhado as evoluções da informática no ritmo dos processadores.
Certamente a interação com os computadores está presente na vida de qualquer pessoa. Claro, existem excessões, como na África.
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13th agosto, 2009 | Seção: joomla!, ponto de vista | Nenhum Comentário »

“Criar um site não é só organizar textos e imagens em páginas HTML. Alguns detalhes são muito importantes, e se não forem bem definidos antes do desenvolvimento começar podemos perder muito tempo refazendo o trabalho até chegar no que o cliente deseja.” Erika Sarti, Web Designer
Esta citação faz lembrar a velha história do “sobrinho” ou dos conhecidos “micreiros”. Há também os profissionais que caem na zona de conforto e cometem erros simples mas que no processo, significa perda de tempo, dinheiro e capital humano.
Inteligência Web: fazendo mais com menos
Você pode adotar boas práticas de planejamento e SEO desde o momento de decisão até a publicação do site. Vamos imaginar que você já sabe exatamente quais são os objetivos que quer atingir e agora entraremos na fase de criação e desenvolvimento do projeto. Leia mais, na Caderneta do Mato Fino »
19th junho, 2009 | Seção: comportamento, design gráfico, ponto de vista | Nenhum Comentário »
“a função do design, além da estética, é tornar um produto funcional. é transformar informação em comunicação!”
pensar em design diante da gestalt é considerar processos e conceitos além de outros conhecimentos, como sociologia, antropologia, história da arte, composição, boas influências, bom senso etc.
em tempos de soluções sustentáveis é comum afirmações como “design ta na moda”. propor uma compreensão mais clara do que é design pode nos dar uma direção mais específica dos resultados.
a comunicação anda de braços abertos em todos os aspectos – uma ferramenta fundamental para que todos saibam seu papel individual e coletivo na sociedade. repensar os significados de solução e conceito vai além das idéias de resolver um problema ou fazer juízo de alguma coisa.
levando em conta as mudanças que o mundo vem sofrendo, é importante pensar que uma solução deve ir além do lucro. podemos sim adotar resultados sustentáveis e incondicionais que, globalmente, sempre irão evoluir.
vitor lourenço (designer de interação do yahoo! brasil) afirma que as pessoas pouco se interessam em apreciar as habilidades do designer. pelo contrário, apreciam o “algo importante” do design.
portanto, pensar e comunicar essas informações de forma clara e simples, contribuirá na formação de valores importantes para a mudança de conduta em benefício do bem comum.
provavelmente, simplificar tudo até o ponto de tornar-se óbvio pode ser tão funcional quanto às composições de nossa sociedade.
11th março, 2009 | Seção: crítica, ponto de vista | 1 Comentário »

Jovens universitários não conseguem lidar com o mercado de trabalho criativo. Profissionais alegam que o problema está na falta de preparo e os calouros dizem que a área é fechada.
Pesquisadores e professores apontam a falta de preparo como a principal causa. “Hoje, o conhecimento acadêmico já não é suficiente. A formação humana, ou seja, o repertório polissêmico, é que faz a diferença na carreira do universitário” é o que afirma a cineasta Laís Bodanzky.
Por outro lado, os jovens questionam o desinteresse do mercado em recebê-los de maneira criativa.
Podemos dizer que bons relacionamentos e uma formação adequada é o cartão de boas vindas no mundo publicitário.
Portanto, não exite em buscar informações extracurriculares, dedicar-se a profissão e convencer o mercado de que você está preparado.
Imagem: Blog Puta da Loucura
4th março, 2009 | Seção: ponto de vista | Nenhum Comentário »
conseguir utilizar o chinelo é para muitos uma aventura rara e ao mesmo tempo prazerosa.
a “formalidade” do dia-a-dia em meio ao trabalho, escola, transporte e caminhadas rotineiras limita o hábito de usar o chinelo.
é comum entre os jovens, o uso contínuo do tênis/sapato por mais de 15 horas ao dia. como diria machado de assis em memórias póstumas de braz cubas, “livrar-se do sapato, apreciar a liberdade e sentir a refrescância da natureza, gera um prazer intenso e gostoso.”
alterar alguns costumes do cotidiano melhoraria nossa qualidade de vida. podemos utilizar o chinelo na escola, no shopping, na balada e fazer disso uma aventura única e divertida.
25th dezembro, 2008 | Seção: ponto de vista | Nenhum Comentário »
se existe algo que me chama atenção nesse mundo é o tal do contraste. às vezes tenho a convicção de ser oposto ao tradicional.
volta e meia flagro-me avaliando a oposição entre coisas ou pessoas, uma crítica louca que sustenta e sobressai sobre pontos de vista alheios.
mesmo pesquisando, lendo, navegando, dormindo, pirando, aparecem os intelectos impondo regras e questionamentos sem fundamentos. apenas reforçam meu modelo de mundo.
neste momento, estou convicto de ser uma pessoa admirável. com cara de menino, mas com pensamento de gente grande.
por isso, vale a pena apostar na busca de oportunidade e iniciativa por novos trabalhos e propor soluções ao passo que, a autoconfiança esteja sincronizada com os desafios.
para fechar o assunto, quero resgatar uma palavra preciosa que complementa o assunto: repertório.

21st outubro, 2008 | Seção: crítica, ponto de vista | Nenhum Comentário »
faz tempo que eu digo: “o cliente não lê o que aprova”. é verdade!
recentemente enviei provas de mídia impressa para que clientes diferente as aprovassem. adivinha… as artes foram aprovadas só pelo fato de estarem “bonitas”.
obviamente que não envie as peças com erros propositalmente.
o fato que me intriga é até que ponto a aprovação é tão importante se o cliente não lê. por outro lado, o receptor da mensagem (leitor) não perdoa qualquer erro de redação.
como explicar este fato? já pesquisei e não achei resposta. confesso que se isso continuar acontecendo vou escrever uma tese sobre o tema.
isso já aconteceu contigo?